Visto
de cima, o encontro do Rio Parnaíba com o Oceano Atlântico lembra um
quebra- cabeça gigante: basta imaginar que cada peça seja uma de suas 73
ilhas. Embaixo, é preciso decifrar os caminhos das águas para navegar
com segurança, não se perder nos igarapés e evitar encalhar em um banco
de areia. O aviso faz sentido. Os mais remotos relatos dessa região,
ainda selvagem, devem-se ao português Nicolau de Resende, salvo de um
naufrágio pelos índios tabajaras em 1571. Além da cordialidade da
tribo, Resende deixou registrada em suas anotações a descoberta de um
acidente hidrográfico raro: a foz do Parnaíba, na forma de delta ( a
Quarta grega, representada por um triângulo ), que se divide em cinco
ramificações ou braços e dá origem ao único delta em mar aberto. A
foz do Mississipi, rio que nasce em território americano, também tema forma de delta, mas ocorre em mar fechado: no Golfo do México.
Outros que se assemelham ao do Parnaíba são a foz doRio Nilo, na África,
e a do Mekong, na Ásia. Os demais rios oceânicos desembocam direto no
mar e, a exemplo do Rio Amazonas, formam estuários – que é outro tipo
de foz, mais estreita.
Edilson Morais Brito é o
responsável pelo desbravamento turístico em todo o Delta do Rio Parnaíba.
É o que se poderia chamar de versão atual do primeiro desbravador,
Nicolau de Rezende, navegante que descobriu o Delta do Rio Parnaíba por
volta do século XV e que teria sido primeiro homem civilizado a percorrer
os caminhos do delta. Mas com uma visão empreendedora e voltada para o
turismo ecológico esta primazia coube a Edilson Morais Brito, no ano de
1991 apos a reforma do Porto das Barcas em Parnaíba Piauí fundar a agência
Moraes Brito Viagens e Turismo. Sua ânsia por descobertas e aventuras o
fez criar vários roteiros nas centenas de igarapés que recortam a
paisagem selvagem e virgem. Por entre ilhas e ilhotas Morais Brito singrou
as águas do Delta do Rio Parnaíba em roteiros desconhecidos,
apresentando para turistas nacionais e estrangeiros e a maravilha vigorosa
que são a fauna e a flora, únicas e encantadoras.
Hoje, quase todas as empresas de turismo da região exploram os caminhos
do delta traçados por Morais Brito. Os roteiros mais conhecidos que
Morais Brito criou são: (Igaraçu ,Canárias ,Igarapé dos
Periquitos,Igarapé dos Poldros,Baia do Feijão Bravo,Caiçara,Caju,Melancieira
e Tutoia). Foi assim que começou a descoberta turística do Delta do
Parnaíba. Morais Brito é conhecido como o desbravador e o pioneiro dos
passeios ecológico ao Delta do Parnaíba .
O
mapa do Delta do rio Parnaíba parece o desenho da palma da mão: o rio se
divide em cinco dedos, e suas águas desembocam no oceano por meio dessas
cinco bocas.
As
cinco bocas do Delta do Parnaíba, no sentido oeste – leste, são barras
chamadas Tutóia , Melâncieira ou Carrapato, Caju, Canárias – todas
maranhenses – e barra do Rio Igaraçu, que desemboca no município
piauiense de Luis Correia, próximo ao Porto Marítimo de Amarração –
com prazo incerto para ser concluído.
A
área total do delta é estimada em 2700 quilômetros quadrados. Distribuída
de forma retangular, tem 90 quilômetros de base – a orla – por 30
quilômetros de largura, onde estão os igarapés, os mangues e as ilhas.
No pantanal mato- grossense, 230 000 quilômetros quadrados, cabem 85
deltas do Rio Parnaíba. As 73 ilhas, entre elas as ilhas Grande do
Paulino, Caju, Canárias e Santa Isabel, ocupam cerca de 80 000 hectares e
são dezesseis vezes maiores que a zona urbana de Teresina. Estima –se
que 35% do delta estão em território piauiense. Os outros 65%, no maranhão.
As
dunas, formadas na região em que as águas do Rio Parnaíba se encontram
com o Oceano Atlântico, chegam a atingir 40 metros de altura. Esta é uma
das surpreendentes paisagens do conjunto, considerado “uma obra de arte
da natureza”, e que começa a atrairturistas de todo o país. A base de apoio para os visitantes é o
município de Parnaíba, a 360 quilômetros de Teresina. LEIA
MAIS DELTA DO PARNAIBA
Os passeios ao delta do Parnaíba são realizados em Barcos regionais com capacidade para 60,70
e 85 passageiros, saídado Porto das Barcas ou porto dos Tatus ás 8:30h retorno
aproximadamente entre 15:00 e 16:00h. Durante o
passeio você conhece o Rio Parnaíba e sua principal foz, os igarapés o
habitat natural dos caranguejos, os povoados de pescadores, praias, as
dunas com suas piscinas naturais de água da chuva e a fauna e a flora da
região. Temos duas paradas para banho e caminhadas.Preço do
passeio R$50,00 por pessoa com
direito: almoço, frutas, caranguejada e guia especializado.
Passeio
Alternativo
1ao Delta do Rio Parnaíba
O
passeio Alternativo 1 ao Delta do Parnaíba é realizado em lancha rápida
para até 05 pessoas. Podemos fazer todas as fozes do Delta: -
Igaraçu - Tempo de passeio - 2:30h - Valor R$ 200,00
- Canárias - Tempo de passeio - 3:30h -
Valor R$ 300,00 -
Baía do Feijão Bravo -(Igarapé dos Poldros) - Tempo de passeio -
4:00h - Valor R$ 380,00 -
Baía do Cajú - Tempo de passeio - 5:00h - Valor R$
450,00 -
Tutóia - Transfer - R$ 550,00
O
passeio Alternativo 2 ao Delta do Parnaíba é realizado em barco regional
para até 12 pessoas. Podemos fazer todas as fozes do Delta:
- Canárias - Tempo de passeio - 5:00h -
Valor R$ 200,00 -
Baía do Feijão Bravo -(Igarapé dos Poldros) - Tempo de passeio -
6:00h - Valor R$ 250,00 -
Baía do Cajú - Tempo de passeio - 6:00h - Valor R$
300,00 -
Tutóia - Transfer - Direto 5:00h R$ 400,00
Em agosto de 1996 foi
criada a Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba,pelo
decreto S/Nº de 28/08/1996 com uma área de 313.800 ha, com a
intenção não só de proteger os recursos hídricos e a mata aluvial,
mas também incentivar o turismo ecológico e conscientizar a população
da área. A APA vai das cidades de Barroquinha e Chaval, no Ceará, a Tutóia,
no Maranhão. Entre as proibições legais estão: - atividades salineiras
e industriais poluidoras; - projetos de urbanização, terraplanagem,
estradas, canais e atividades agrícolas que alterarem as condições
naturais; - atividades que provoquem erosão; - atividades que provoquem
matança ou molestamento de espécies raras, principalmente o peixe
boi-marinho; - uso de biocidas e fertilizantes; - despejo de efluentes,
resíduos ou detritos nos manguezais e cursos d'água; - retirada de areia
e material rochoso Principal atividade extrativista, a pesca do caranguejo
alcança números impressionantes: entre 80 e 100 toneladas do crustáceo
são retirados mensalmente dos mangues do Delta. Uma das ações para seu
controle foi a criação de uma Reserva Extrativista Marinha entre as
cidades de Araioses (MA) e Ilha Grande (PI), numa área total de 27 mil
ha. A reserva é controlada pelo Ibama, que treinou voluntários das
comunidades para fiscalizar a pesca em suas áreas. A proibição do uso
do cambito (barra de ferro usada para alcançar o caranguejo) não vem
sendo respeitada, enquanto as fêmeas já são preservadas pelos
pescadores, até porque seu valor comercial é menor que o dos machos.
Segundo o Ibama, o ideal é proibir a pesca do caranguejo de janeiro a março,
época de desova da espécie. Este período é chamado de ´brincadeira´
ou ´carnaval´ pelos nativos devido à grande agitação dos caranguejos.
As plantações de arroz mantidas pelas comunidades ribeirinhas também
ameaçam o ecossistema do mangue. Atualmente é proibido desmatar as
margens dos rios, mas a prática anterior à lei já derrubou muitas árvores.
Para qualquer desmatamento é necessário obter uma autorização especial
do Ibama, que só permite atividades no mínimo a 50 metros das margens.
Outra ameaça é a caça ilegal de pássaros da região, que são vendidos
como fonte de renda complementar para os moradores das ilhas.
A RESEX
DO DELTA DO RIO PARNAÍBA
A Reserva Extrativista
Marinha do Delta do Rio Parnaíba,criada em 16 de Novembro de 2000, está
localizada dentro da APA do Delta, entre os municípios de Ilha grande, no
Piauí,Araioses e Água Doce, no Maranhão.
A Resex do Delta do
Parnaíba é uma unidade de conservação que tem como objetivo garantir a
permanência das poulações extrativistas tradicionais, conciliando a
exploração auto-sustentável com a conservação dos recursos naturais
renováveis, visando a melhoria das condições da vida dos moradores e
trabalhadores da área e do meio ambiente.
HABITAT/MODO DE VIDA: Os
caranguejos geralmente vivem em ambiente marinho, mas muitas espécies têm
hábitat dulciaqüícola ou semi- terrestre. São, na sua maioria, animais
de vida livre, ocorrendo espécies simbiontes (comensais e parasitas).
Vivem em substrato arenoso, areno-lodoso, lodoso ou rochoso, onde rastejam
e podem escavar tocas ou refugiar- se entre as fendas, algas, corais e
outros organismos. Esses animais, como os outros artrópodos, realizam
troca da carapaça (muda ou ecdise) para o crescimento do indivíduo.
Ucides cordatus vive em manguezais onde escava tocas no substrato,
principalmente lodoso (lama). Durante a maré alta, estes animais
permanecem na toca e, quando a maré baixa, saem em busca de alimento.
Ucides cordatus realiza uma "andada" para reprodução que
geralmente ocorre nos meses de dezembro a março, e uma para muda, entre
setembro e novembro. Constantemente ouve-se falar que os caranguejos estão
magros nos meses com "r" e gordos nos meses sem "r".
Isto se dá pelo fato dos meses com "r" coincidirem com o pico
de alimentação e engorda e os meses sem "r", com o período da
muda, momentos em que os animais gastam muita energia e não se alimentam.
Eles não se expõem, no período após a muda, quando seu exoesqueleto
ainda não se encontra enrijecido, para enfrentar os predadores.
ASPECTOS MORFOLÓGICOS: Os
caranguejos caracterizam-se pela presença de uma carapaça calcária e
dez apêndices articulados, ou seja, com juntas moles. Dois dos apêndices
terminam em pinça, sendo chamados quelípodos. Ucides cordatus apresenta
carapaça inflada lateralmente, com coloração que varia entre o azul,
verde, amarelo e branco. Os machos desta espécie podem alcançar cerca de
70 e 89mm de comprimento e largura da carapaça, respectivamente, e as fêmeas
54,5 e 65mm.
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA:
Mundial: Atlântico Ocidental - da Flórida até o Brasil (do Pará até
Santa Catarina) No Estado: Todos os manguezais da costa do Piauí(Delta do
Rio Parnaíba)
HÁBITOS ALIMENTARES: A
maioria dos caranguejos são onívoros, isto é, alimentam-se de vegetais,
animais e matéria orgânica em decomposição. Ucides cordatus
alimenta-se provavelmente de fungos que crescem nas folhas de mangue, após
estas serem transportadas para o interior das tocas.
REPRODUÇÃO: O caranguejo-uçá
é uma espécie dióica, ou seja, possui sexos separados, e apresentam
dimorfismo sexual: os machos possuem abdome em forma de "t"
invertido e as fêmeas, abdome arredondado. No Delta do Parnaíba, o período
de reprodução do caranguejo-uçá dá-se entre os meses de Janeiro a Março, quando acontece a "andada", onde machos e fêmeas
saem de suas tocas para a cópula. Os espermatozóides são armazenados no
receptáculo seminal da fêmea, que libera seus óvulos, ocorrendo então
a fecundação. Os ovos são incubados pela fêmea no abdome, quando
posteriormente saem pequenas larvas, denominadas zoeas. O caranguejo-uçá
fica adulto entre o 3º e 4º ano de vida.
CADEIA ALIMENTAR Os
caranguejos são importantes para a cadeia alimentar do manguezal. Ao se
alimentarem, eles picam e trituram as folhas maduras caídas, permitindo
que animais menores se alimentem também. O caranguejo-uça (Ucides
cordatus) possui cor variando do amarelo-acastanhado ao azul. Tem dez
pernas de cor arroxeada, com pêlos. O primeiro par de patas é bem
desenvolvido e forte, terminando numa garra ou pinça (puã), servindo
para alimentação, defesa e atração da fêmea. Vive no interior do
manguezal, em locais sombreados e lamacentos, cavando tocas. O guaiamum (Cardisoma
guanhumi) possui cor azulada ou acizentada. As puãs são esbranquiçadas,
sem pêlos nas pernas. Vive nas bordas do manguezal cavando suas tocas em
locais secos e arenosos, próximos à água.
O ecossistema manguezal existente na região
do Delta do Rio Parnaíba é um dos mais preservados do mundo, com arvores
de mangue vermelho ( Rhizophora mangle ) chegando medir até 30 metros de
altura.
O
manguezal e considerado como um berçário biológicoporque e nele queas
espéciesvivem, reproduzem e se alimentam. Veja alguns animais,
aves e crustáceos e moluscos existentes no manguezal do Delta do Rio
Parnaíba: macacos, jacarés, raposas, garças,guarás, martim pescador,
pica-pau, xexéu, caranguejos e ostras.
O
manguezal é considerado um ecossistema costeiro de transição entre os
ambientes terrestre e marinho. Característico de regiões tropicais e
subtropicais,está sujeito ao regime das marés, dominado por espécies
vegetais típicas, às quais se associam a outros componentes vegetais e
animais. O ecossistema manguezal está associado às margens de baías,
enseadas, barras, desembocaduras de rios, lagunas e reentrâncias
costeiras, onde haja encontro de águas de rios com a do mar, ou
diretamente expostos à linha da costa. A cobertura vegetal, ao contrário
do que acontece nas praias arenosas e nas dunas, instala-se em substratos
de vasa de formação recente, de pequena declividade, sob a ação diária
das marés de água salgada ou, pelo menos, salobra. A riqueza biológica
dos ecossistemas costeiros faz com que essas áreas sejam os grandes
"berçários" naturais, tanto para as espécies características
desses ambientes, como para peixes e outros animais que migram para as áreas
costeiras durante, pelo menos, uma fase do ciclo de sua vida.
LOCALIZAÇÃO
DOS MANGUEZAIS NO BRASIL No mundo existem cerca de 162.000 Km2
manguezais. No Brasil existem cerca de 25.000 Km2 manguezais. No DELTA DO
PARNAÍBA existem cerca de 2700 Km2 manguezais. No Brasil, existem cerca
de 25.000 quilômetros quadrados de florestas de mangue, que representam
mais de 12% dos manguezais do mundo inteiro. Os manguezais estão distribuídos
desde o Amapá até Laguna, em Santa Catarina, no litoral
brasileiro.
VEGETAÇÃO
Os manguezais são encontrados ao longo de todo o litoral, sendo constituídos
pelas principais espécies de mangue: Rhizophora mangle (mangue vermelho)
Laguncularia racemosa (mangue branco) Avicennia sp (mangue preto, canoé)
Conocarpus erectus (mangue de botão) A espécie Laguncularia racemosa,
merece destaque por ser a única espécie típica de mangue encontrada no
Arquipélago de Fernando Noronha, no único manguezal na Baía do
Sueste.
FAUNA
A fauna dos manguezais representa significativa fonte de alimentos para as
populações humanas. Os estoques de peixes, moluscos e crustáceos
apresentam expressiva biomassa, constituindo excelentes fontes de proteína
animal de alto valor nutricional. Os recursos pesqueiros são considerados
como indispensáveis à subsistência das populações tradicionais da
zona costeira.
IMPORTÂNCIA
DOS MANGUEZAIS · Desempenha importante papel como exportador de matéria
orgânica para o estuário, contribuindo para produtividade primária na
zona costeira. · É no mangue que peixes, moluscos e crustáceos
encontram as condições ideais para reprodução, berçário, criadouro e
abrigo para várias espécies de fauna aquática e terrestre, de valor
ecológico e econômico. · Os mangues produzem mais de 95% do alimento
que o homem captura do mar. · Sua manutenção é vital para a subsistência
das comunidades pesqueiras que vivem em seu entorno. · A vegetação de
mangue serve para fixar as terras, impedindo assim a erosão e ao mesmo
tempo estabilizando a costa. · As raízes do mangue funcionam como
filtros na retenção dos sedimentos. Constitui importante banco genético
para a recuperação de áreas degradadas
UTILIZAÇÃO
SUSTENTÁVEL DOS MANGUEZAIS · Muitas atividades podem ser
desenvolvidas no manguezal sem lhe causar prejuízos ou danos, entre elas:
Pesca esportiva e de subsistência, evitando a sobrepesca, a pesca de pós
- larva, juvenis e de fêmeas ovadas. · Cultivo de ostras. · Cultivo de
plantas ornamentais (orquídeas e bromélias). · Criação de abelhas
para a produção de mel. Desenvolvimento de atividades turísticas,
recreativas, educacionais e pesquisa cientifica.
IMPACTOS
AMBIENTAIS EM ÁREAS DE MANGUEZAL Os principais fatores que causam
alterações nas propriedades físicas, químicas e biológicas do
manguezal são: · Aterro e Desmatamento · Queimadas · Deposição de
lixo · Lançamento de esgoto · Lançamentos de efluentes industriais ·
Dragagens · Construções de marinas · Pesca predatória.
PROTEÇÃO
LEGAL DOS MANGUEZAIS O manguezal, ecossistema bem representado ao
longo do litoral brasileiro, é considerado, no Brasil, como de preservação
permanente, incluído em diversos dispositivos constitucionais (Constituição
Federal e Constituições Estaduais) e infraconstitucionais ( leis,
decretos, resoluções, convenções). A observação desses instrumentos
legais impõe uma série de ordenações do uso e/ou de ações em áreas
de manguezal (Schaeffer- Novelli,1994). · Constituição Federal de 1988,
artigo 225. · Lei Federal nº 9.605/98, que dispõe sobre as sanções
penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao
meio ambiente. · Código Florestal – Lei nº 4.771/1965. · Lei Federal
Nº 7.661/98, que institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. ·
Lei Estadual nº 9.931/1986 - Proteção das Áreas Estuarinas. · Resolução
CONAMA nº 04/1985. Decreto Federal nº 750/93, que dispõe sobre o corte,
a exploração, a supressão de vegetação primária ou nos estágios
avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica.
Propágulo
de Rizophora mangle Os propágulos possuem a função de propagar a
espécie, ou seja, são estruturas adaptadas para garantir o sucesso na
disperção de algumas plantas de mangue. A sua morfologia e histologia
garantem o seu posicionamento na vertical, quando cai da árvore, com o
botão vegetativo para cima. Isto se deve ao fato de que sua parte
inferior, onde irão se desenvolver as raízes, ser mais pesada, fazendo
com que simplesmente a força da gravidade atue no seu posicionamento.